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quinta-feira, 26 de março de 2009
Unemat gera polêmica ao abreviar calendário alegando crise
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Se liga aí
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Uma Lei de Imprensa contemporânea

A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) disse nesta terça (02/12) que o Brasil precisa de uma Lei de Imprensa contemporânea. “O vínculo existente entre o Estado de direito e a imprensa livre precisa permanecer, enquanto a Lei de Imprensa existente, de 1967, precisa deixar de existir”, disse Serys.
Serys Slhessarenko afirma que o debate será essencial para aprimorar o projeto que apresentou de revogação da Lei de Imprensa atual, com a confecção de uma nova lei. “Eu acredito que uma discussão ampla ajuda no aperfeiçoamento do projeto”, disse a senadora.
Para saber mais: www.comunique-se.com.br
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
A força substituída pelo poder
A língua com seu dinamismo evoluiu ao longo da história e as palavras tomaram novos significados, Gabriel Cohn em seu livro Indiferença, Nova Forma de Barbárie chama nossa atenção para palavras que passaram por essa transformação segundo novos contextos sociais. De acordo com ele a indiferença é a nova Barbárie. Sua tese é que existe um grande sistema econômico estimulando o consumo, o qual é controlado por um pequeno grupo, que age de forma insensível e hostil, alienando a grande maioria da população que fica a sua mercê.
Nesta visão de Cohn, podemos incluir a mídia como mais um campo de barbárie, ela se esconde atrás de ideais de neutralidade e objetividade, contudo implicitamente está carregada de conteúdos ideológicos. A noticia é veiculada de tal forma que o público é desviado da atividade de pensar, levado a aceitar as idéias feitas como se elas fossem algo que não são. A difusão das informações em massa é atribuída a temas superficiais que tentam agradar a todos com o intuito de prender a atenção do espectador e aumentar os índices de audiência. A mídia não manipula só pelo que transmite, mas, sobretudo pelo que omite. Ela é uma espécie de monopólio de fato sobre a formação do pensamento de uma parcela muito importante da população. Ora, ao insistir nas variedades, preenchendo esse tempo raro com o vazio, com nada ou quase nada, afastam-se as informações pertinentes que deveria possuir o cidadão para exercer seus direitos democráticos.
A barbárie da força bruta foi substituída pela do poder. O desejado papel persuasivo, a independência, a “imparcialidade” e o próprio caráter investigativo da imprensa lhe adjetivou o status de “quarto poder”. É claro que o adjetivo é inadequado, pois pela sua desejável independência e liberdade de opinião, jamais poderia ser entendida como tal, mas, no mundo contemporâneo, especialmente pela atual velocidade de circulação das informações, sua capacidade de formar a materialização dos fatos, bem como a sua penetração e formação de opinião junto à sociedade, lhe dá características de poder, influência e, não raro, de algum abuso no exercício de suas prerrogativas.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Fenaj apresenta propostas para regulamentação do jornalismo
A federação Nacional dos Jornalistas apresenta hoje (25), ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) propostas de regulamentação da profissão. Segundo o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo, o projeto terá quatro pontos principais: a exigência do diploma para todas as atividades que envolvem o jornalismo, repórter-fotográfico, repórter-cinematográfico, diagramador e ilustrador; o fim do provisionamento; a possibilidade de o jornalista exercer a função mesmo sem a faculdade em cidades onde elas não existam, uma melhor descrição das atividades de assessor de imprensa e professor de técnicas de jornalismo, para que exerçam a profissão apenas com o registro profissional; e a garantia de estágios bem-remunerados para estudantes de jornalismo.
Fonte: comunique-se
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Um bom currículo vale a pena
Como diz o ditado a primeira impressão é a que fica. Então o currículo como primeiro contato com o empregador deve ser bem feito e elaborado, pois é a porta de entrada para um emprego ou estágio. Deve conter informações relevantes da trajetória do candidato, claro e objetivo.
Para quem quiser ver o meu é só clicar http://lattes.cnpq.br/0479713208425501
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Jornalista humaniza o relato e se passa por cego
Com um protetor ocular o jornalista Fabiano Ormaneze foi às ruas e mostrou a realidade dos deficientes visuais. Professor da matéria na faculdade de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP), interior de São Paulo, ele atua há dois anos como repórter do Correio Popular, da mesma cidade. Em Sua matéria "Ensaio sobre a cegueira" simula ser cego por um dia na região central do município.
Para o reporter esta foi a reportagem que mais trouxe retorno de leitores. "Senti que as pessoas esperam por coisas mais diferentes no jornal; elas querem assuntos que fujam do tradicional. Como um e-mail que eu recebi que afirmava que minha matéria 'trouxe um pouco mais de alma ao jornal'", contou o repórter.
para ler a matéria completa clique no link portal da imprensa
Eu como blogueiro e estudante de jornalismo tenho percebido que a maioria dos jornais tem deixado de inovar, exemplos de reportagens como está nos incentivam e mostram que a pauta não tem que ser "fantástica" ou "espetacular". O que vale é o tratamento dado a ela pelo jornalista. Então me desculpem os colegas acadêmicos e os profissionais locais de Alto Araguaia, que ainda usam como desculpa para não produzirem reportagens interessantes - as pautas são poucas em cidades do interior.

